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Segundo maior parque aqueológico do Brasil

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Igrejinha, Galinha, Cachorro

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sábado, 29 de julho de 2017

Serpentes da Caatinga

                                                                   Jararaca

Nome Científico: Bothrops jararaca (WIED, 1824)
Família: Viperidae
Morfologia Externa: Desenhos dorsais em forma de "V" invertido, com tons cinzas, esverdeados e amarronzados.
Incidência: Sul e Sudeste do Brasil (ARGÔLO, 1992)
Dentição: Solenóglifa Peçonha: Botropca
Nutrição: Lagartos, aves e pequenos mamíferos.
Dimensão: até 1,50 m



Caiçaca, Jararacuçu

Nome Científico: Bothrops moojeni (HOGE,1965)
Família: Viperidae
Morfologia Externa: Desenhos dorsais em forma de "V" invertido, com tons de dentro pra fora: cinza, esverdeado, preto e branco. Corpo predominantemente esverdeado e volumoso. Ventre acinzentado.
Incidência:Cerrado
Dentição: Solenóglifa Peçonha: Botropca
Nutrição: Lagartos, aves e pequenos mamíferos.
Dimensão: até 1,80 m

Jibóia

Nome Científico: Boa constrictor constrictor (LINNAEUS,1758)
Família: Boidae
Morfologia Externa: Coloração geral parda-violácea, com faixas de cor escura no dorso e desenhos laterais ovóides ou rômbicos.
Habitat: É comum em todo o Brasil, especificamente em florestas, campos e caatingas.
Incidência: Áglifa Peçonha: Não possui
Nutrição: Alimenta-se de aves e outros pequenos mamíferos.
Dimensão: até 5 m

Cobra-preta, Muçurana

Nome Científico: Boiruna maculata (BOULENGER, 1896)
Família: Colubridae
Morfologia Externa: Quando filhote corpo quase todo rosado e cabeça preta e branca, quando adulta preto por todo o corpo, exceto uma pequena porção ventral próxima a cabeça.
Incidência: Interior do Brasil
Dentição: Opistóglifa
Nutrição: Lagartos, serpentes, aves e pequenos mamíferos.
Dimensão: até 2,50 m


Jararaca-do-cerrado

Nome Científico: Bothrops itapetiningae (BOULENGER, 1907)
Família: Viperidae
Morfologia Externa: Desenhos dorsais em forma de "V" invertido, com tons marrom-médio delineados com branco, predominantemente marrom-claro, e ventre marfim com pintas escuras nos flancos.
Incidência: centro-oeste
Dentição: Solenóglifa Peçonha: Botropca
Nutrição: Lagartos, aves e pequenos mamíferos.
Dimensão: até 1,0 m

Jararaca-de-rabo-branco

Nome Científico: Bothrops leucurus (WAGLE,1824)
Família: Viperidae
Morfologia Externa: Possui desenhos em forma de trapézio, tons marrons e ligeiramente amarelados, ventre esbranquiçado em forma de xadrez. filhotes de cauda clara ou amarelada.
Incidência: É comum em todo o Brasil, especificamente em florestas, campos e caatingas.
Dentição: Solenóglifa Peçonha: Botropca
Nutrição: Alimenta-se de aves e outros pequenos mamíferos.
Dimensão: até 1,90 m

Jararaca, Malha-de-cascavel

Nome Científico: Bothrops erythromelas (AMARAL,1923)
Família: Viperidae
Morfologia Externa: marrom avermelhado até o cinza, manchas dorsais irregulares, lembrando trapézios. Possui faixa postocular. Ventre claro ligeiramente manchado em tons escuros.
Incidência: Caatingas.
Dentição: Solenóglifa Peçonha: Botropca
Nutrição: Alimenta-se de lagartos e pequenos mamíferos.
Dimensão: até 85 cm

Jararaca pintada

Nome Científico: Bothrops neuwiedii (WAGLER,1824)
Família: Viperidae
Morfologia Externa: Sem padronagem definida, manchas escuras por todo o dorso, e bordas do ventre em tons mais claros (de amarelo para laranja).
Incidência: Cerrado
Dentição: Solenóglifa Peçonha: Botropca
Nutrição: Lagartos, aves e pequenos mamíferos.
Dimensão: até 90 Cm

Cascavel, Maracambóia

Nome Científico: Crotalus durrissus cascavela (WALGER,1824)
Família: Viperidae
Morfologia Externa: Tons de fundo em marrom, cinza ou pardo, com losangos escuros enfileirados no dorso, faixas longitiudinais escura no pescoço. Possui na ponta da cauda um chocalho ou guiso.
Incidência: Caatingas, campos e cerrado
Dentição: Solenóglifa Peçonha: Crotálico
Nutrição: Aves e pequenos mamíferos.
Dimensão: até 1,80 m



Cascavel, Maracá

Nome Científico: Crotalus durrissus terrifucus
Família: Viperidae
Morfologia Externa: Tons de fundo em marrom, cinza ou pardo, com losangos escuros enfileirados no dorso, delineados por escamas brancas, faixas longitiudinais escura no pescoço. Possui na ponta da cauda um chocalho ou guiso.
Incidência: Cerrado e regiões secas do sudeste do Brasil
Dentição: Solenóglifa Peçonha: Crotálico
Nutrição: Aves e pequenos mamíferos.
Dimensão: até 1,80 m

Casco-de-burro, Jararaquinha

Nome Científico: Liophis poecilogyrus xerophylos (WIED, 1835)
Família: Colubridae
Morfologia Externa: O colorido varia conforme a idade. Indivíduos jovens podem ter o crânio destacado em vermelho escuro e manchas pretas enfileiradas por todo o corpo. Adultos podem ter padrões cinza ou alaranjado.
Incidência: Tipicamente da caatinga, alguns exemplares no litoral
Dentição: Áglifa
Nutrição: Lagartos e rãs.
Dimensão: até 80 cm

Sucuri, sucuiú

Nome Científico: Eunectes murinus (LINNAEUS,1758)
Família: Boidae
Morfologia Externa: Coloração geral parda-amarelada, com faixa escura após os olhos até o fim do crânio, no dorso desenhos ovóides ou rômbicos. Olhos bem destacados dos olhos e voltados para cima, possibilitando o forrageio superficial na água.
Habitat: É comum em ambientes aquáticos da Mata Atlântica e Amazônica, exceto no sul do Brasil
Incidência: Áglifa Peçonha: Não possui
Nutrição: Alimenta-se de aves, mamíferos e jacarés de médio porte
Dimensão: até 9 m

Salamanta, cobra-de-veado

Nome Científico: Epicrates cenchria assisi
Família: Boidae
Morfologia Externa: De coloração geral castanha, com manchas negras ocelares nos flancos.
Incidência: É comum em todo o Brasil, especificamente em florestas ou campos.
Dentição: Áglifa
Nutrição: Alimenta-se de aves e outros pequenos mamíferos.
Dimensão: até 2 m

Cobra-coral, Coral-verdadeira

Nome Científico: Micrurus ibiboboca (MERREM, 1820)
Família: Elapidae
Morfologia Externa: Tanto o dorso com o ventre é composto por anéis regulares em preto, branco e vermelho, sendo dois brancos separando o preto, e dois pretos separando o vermelho.
Incidência: Caatinga, todo o semi-árido e Mata Atlântica .
Dentição: Proteróglifa
Nutrição: Serpentes e anfisbênios
Dimensão: até 1 m

Cipó-bicuda

Nome Científico: Oxybelis aeneus (WAGLER, 1824)
Família: Colubridae
Morfologia Externa: Dorso amarronzado, com os flanco até o ventre bancos-amarelados, a região gular é amarelada até às labiais. Corpo é delgado, apresentando o crânio afilado frontalmente.
Incidência: Todo o Brasil
Dentição: Opistóglifa
Nutrição: Lagartos, pequenas aves e rãs
Dimensão: até 1,6 m

Falsa-coral

Nome Científico: Oxyrhopus trigeminus (Duméril, 1854)
Família: Colubridae
Morfologia Externa: Anéis incompletos e irregulares em vermelho, preto e cinza-claro. Ventre marfim.
Incidência: Nordeste do país
Dentição: Opistóglifa
Nutrição: Lagartos preferencialmente.
Dimensão: até 70 cm



Cipó-verde

Nome Científico: Philodryas aestivus (DUMÉRIL, 1854)
Família: Colubridae
Morfologia Externa: Possui o corpo predominantemente verde em médio tom, tendo o ventre um pouco mais claro. Possui ligeiros tons amarelados nos flancos. Escamas quilhadas no dorso.
Incidência: Caatinga, brejo paraibano e litoral.
Dentição: Opistóglifa
Nutrição: Lagartos e rãs.
Dimensão: até 1 m

Corre-campo

Nome Científico: Philodryas nattererri (STEINDACHNER, 1870)
Família: Colubridae
Morfologia Externa: Cor predominante em marrom, com flancos esbranquiçado. Escamas aleatórias manchadas em preto.
Incidência: Caatinga, cerrado e litoral.
Dentição: Opistóglifa
Nutrição: Lagartos preferencialmente.
Dimensão: até 1,8 m

Cipó-verde, Cobra-verde

Nome Científico: Philodryas olfersii (LICHTENSTEIN, 1823)
Família: Colubridae
Morfologia Externa: Predominantemente verde-escuro, e ventre claro. Exemplares do sul possuem uma mancha cinzenta sobre o crânio, levemente rodeada de preto.
Incidência: Todos os biomas Brasileiros
Dentição: Opistóglifa
Nutrição: Aves, pequenos roedores e lagartos.
Dimensão: até 1,3 m

Papa-pinto, Cobra-espada

Nome Científico: Philodryas patagoniensis (SHELEGEL, 1837)
Família: Colubridae
Morfologia Externa: Possui o corpo predominantemente marron-esverdiado, tendo o ventre um pouco mais claro. Indivíduos jovens apresentam manchas alaranjados.
Incidência: Centro-oeste e Sul do País
Dentição: Opistóglifa
Nutrição: Lagartos, serpentes jovens, aves e mamíferos.

Cobra-de-cabeça, Papa-ovo

Nome Científico: Thamnodynastes sp (em descrição)
Família: Colubridae
Morfologia Externa: Corpo delgado, com ventre em amarelo quando adulta e flancos amarronzados. Dorso como desenhos de pequenos losangos irregulares manchados em preto, com um linha em tom marrom mais escuro destacada da cor de fundo do dorso. É vivípara até 9 filhotes, com padrão cinza e cinza-escuro.
Incidência: Caatinga
Dentição: Opistóglifa
Nutrição: preferencialmente de batráquios, também lagartos.
Dimensão: até 1,6 m

Boipeva

Nome Científico: Waglerophis merremii (WALGER, 1824)
Família: Colubridae
Morfologia Externa: Colorido variado entre cinza, alaranjado e marrom. Apresenta trapézios escurecidos em marrom, O ventre é claro e a faixa postocular é nítida.
Incidência: Todos os biomas exceto Norte do País
Dentição: Áglifa
Nutrição: Anurus e outros anfíbios.
Dimensão: até 1,35 cm

Cobra-preta, Boiúna

Nome Científico: Pseudoboa nigra (DUMÉRIL, 1854)
Família: Colubridae
Morfologia Externa: Jovens de cabeça preta e branca, com o corpo avermelhado. Adultos predominantemente pretos, alguns com manchas brancas por todo o corpo.
Incidência: Caatinga, brejo paraibano e litoral.
Dentição: Opistóglifa
Nutrição: Lagartos preferencialmente.
Dimensão: até 1,2 m


Fonte: Portal Répteis da Caatinga

terça-feira, 20 de junho de 2017

Conheça o Vale do Catimbau

Venha conheçer o Vale do Catimbau agora ficou mais fácil agende sua visita através de nossa fã page CATIMBAU TUR ou através de nosso site www.catimbautur.com

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quinta-feira, 1 de junho de 2017

Estrada do Vale do Catimbau com grande intensidade de lamas

 A população do Vale que precisa se deslocar até a cidade de Buíque estão se utilizando de um outro roteiro que da acesso ao Sítio Coqueiro, o mesmo exige um certo cuidado já que a um pequeno trecho da estrada que também não estar bom, porém é o desvio mais acessível já que os demais se tornam muito distante o percurso até a cidade de Buíque.

Fica aqui o nosso alerta para quem precisa se deslocar até o Vale do Catimbau pois ha uma grande intensidade de lamas que vem provocando atoleiro e deslizamento, colocando em risco veículos e passageiros.

Devido as fortes chuvas que já completam 9 dias de intenso inverno seguido de trovoadas, mesmo os veículos de porte grande ainda assim exigem muito cuidado, isso porque, as obras do asfalto que da acesso ao Vale do Catimbau iniciadas no dia 10 de abril e que antes vinham a todo vapor, teve que ser parcialmente paralisada.

Fonte Buíque Opine

terça-feira, 28 de março de 2017

Artezão Buiquense tem representação na novela "A Lei do Amor" da Globo



Esteve no programa Encontro com Fátima Bernardes, o mestre escultor Luiz Benício, onde se apresentouna plateia. E logo mais a tarde, o artista buiquense esteve no Projac-Central Globo De Produções, gravando uma participação especial para o último capítulo da novela A Lei do Amor, que vai ao ar na próxima sexta (7)...

Para nós é um imenso prazer ter um representante de nossa terra em rede nacional.

LUIZ BENÍCIO
Nascido e criado em Buíque, no Sertão pernambucano, Luiz Benício nasceu em 1972 no Vale do Catimbau, lugar onde vive e tira inspiração. Benício é um dos representantes da arte sertanense em Buíque, esculpindo a vida do povo em suas peças de madeira.
Sua infância foi vivida na roça e quase não frequentou a escola. Sozinho desenvolveu suas habilidades. Aos 20 anos começou a desenvolver suas primeiras obras. Tem como matéria-prima a madeira, reaproveitando troncos e galhos mortos abundantes na vegetação no sertão.
Luiz Benício tem uma vida simples e seu ateliê é o quintal da sua casa de taipa.
A arte em madeira de Luiz Benício.

Luiz Benício, artista do Vale do Catimbau.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Progamação do Carnaval 2017 em Buique

          Resultado de imagem para carnaval 2017
Veja a programação do Carnaval 2017 de Buíque. Confira data, horário, endereço, atrações, vídeo, fotos e muito mais!

Cidade: BUÍQUE
Data: 25/02/2017

PROGRAMAÇÃO

SÁBADO 25

1 - ORQUESTRA  DE FREVO PERNAMBUCANO

2 - VAI DE 3
3 - MACIEL KURÉ
4 - ACADÊMICOS DA BAHIA
5 - VOA VOA,

DOMINGO 26

1 - ORQUESTRA  DE FREVO PERNAMBUCANO

2 - F5 RETRÔ
3 - OS FRAJOLAS
4 - HARRY ESTIGADO
5 - LÉO SANTANA

SEGUNDA 27

1 - ORQUESTRA  DE FREVO PERNAMBUCANO

2 - TURMA DA BREGADEIRA
3 - AS MENINAS
4 - MARRETA YOU PLANETA

TERÇA 28

1 - ORQUESTRA  DE FREVO PERNAMBUCANO

2 - NANARA BELO E SANTA DOSE
3 - OH SACODE
4 - HENRIQUE BARBOSA E BANDA
5 - MARROM BRASILEIRO
6 - MC TROINHA


Todas as informações sobre este evento são publicadas mediante a releases enviados pela organização do evento ou através de fontes seguras.


sábado, 21 de janeiro de 2017

Vereador do catimbau incentiva a importância do meio ambiente para a comunidade

 A limpeza das ruas são medidas simples que podem se traduzir em saúde e melhor qualidade de vida para todos.


Engana-se quem acredita que limpeza urbana é responsabilidade única dos governantes. Na verdade, é dever de todos os cidadãos zelar pela conservação das cidades onde vivem, das ruas, praças e parques. 

Não jogar lixo nas ruas, não pichar muros, fachadas e monumento, não depredar e não fazer de postes banheiro, são atitudes simples que contribuem muito para a qualidade de vida nas grandes, médias e pequenas cidades.

Pensando nisso a comunidade da Vila do Catimbau, portal do nosso querido Parque Nacional do Catimbau junto como atual vereador Euclides Siqueira, resolveram montar um mutirão de limpeza na comunidade a qual teve o objetivo de fazer a total limpeza da comunidade junto com os própios moradores alem de conscientizar os habitantes sobre a necessidade de cuidar bem do ambiente em que vivemos.

Os desafios vão além. Sabe-se que a poluição e as intempéries são outros fatores de degradação, que afetam não somente a comunidade mas todo o meio ambiente, animais, fungos, pantas e outros alem do total desconforto.

Surge ai um exemplo para que cada um de nós sejamos responsáveis por nosso e educadores dos próximos não sujando as ruas buscando sempre organizar sua rua seu lixo, para que juntos tornemos nosso lugar o melhor para viver.

Imagens da Ação: